PLANTAS MEDICINAIS

As plantas consideradas medicinais, contém substâncias bio-ativas com propriedade terapêuticas, profilática e paliativa, conhecidas desde os tempos remotos. Essas plantas são utilizadas pela medicina atual, chamada fitoterápia e suas propriedades são estudadas nos laboratórios farmacêuticos, a fim de isolar as substâncias que lhe conferem propriedades curativas. Muitas destas plantas são venenosas ou tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito desejado. Toda a planta, mesmo alimentícia, pode ser potencialmente tóxica dependendo da dosagem.

PASSE O CURSOR SOBRE A FOTO PARA LER (NÃO CLIQUE)

TEMÁTICA

As plantas medicinais são utilizadas pela medicina atual (fitoterapia). Entretanto, a planta “in natura” ou pré porcessada utilizada pela população sem recomendação médica é uma prática denominada “Medicina Popular” e obviamente tem seus riscos, como a dificuldade em se estabelecer dose, posologia e, em alguns casos, a verdadeira identidade de algumas espécies.

Desta forma, este espaço apresenta o uso das plantas medicinais como alternativa terapêutica e para tanto, deve ser acompanhada por um profissional da saúde.



LED Scroller Generator

As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico, apenas informativa. Consulte sempre um profissional da saúde para qualquer tipo de informação.

20 de fev de 2011

VALERIANA - Valeriana officinalis - Propriedades Medicinais - 95

 
FAMILIA
Valerianaceas
NOME CIENTÍFICO
Valeriana officinalis
NOME POPULAR
Erva-de-amassar, erva-dos-gatos, erva-do-gato, amantila, bardo selvagem, erva gata, valaricana, badarina.; Portugal: Valeriana, valeriana-silvestre, valeriana-menor.
PARTES USADAS
Raiz  e rizoma
PRINCÍPIO ATIVO
Óleo essencial
COMPOSIÇÃO
1 - valepotriatos = ésteres não-glicosídeos
valtrato, isovaltrato, acevaltrato presentes em todas as partes da planta e em maior concentração nas raízes.
2 - ácido valérico
3 - pequeno número de alcalóides
actinidina
isovaleramida
valerianina
valerina
catinina
4 - óleo volátil contendo sesquiterpenas ativas
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS
Enxaqueca, insônia· cólicas intestinais· problemas digestivos· náuseas· transtornos urinários· tensão pré-menstrual· tensão muscular do estresse· depressão
INDICAÇÃO
Atualmente a medicina alopática tem indicado a Valeriana principalmente para Ansiedade, e como Indutor do Sono. Alguns preparados podem ser úteis para úlcera péptica, gastrite, dispepsia, doenças inflamatórias intestinais crônicas, colo irritável, como antiespasmódico e mio-relaxante.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Valeriana é uma planta perene, sendo bastante resistente a condições climáticas adversas, podendo atingir entre 1 e 1,5 metros de altura. Encontrada nativamente na Europa e região norte da Ásia, e regiões de clima temperado. Suas flores são pequenas e numerosas, de coloração branca ou rosada e roxa, que exalam forte aroma adocicado e peculiar. As partes utilizadas para fins terapêuticos são sua raíz e rizoma. Curiosamente, os gatos e os ratos se sentem muito atraídos pela raíz de Valeriana, tanto é que era utilizada como isca em armadilhas para ratos.
ORIGEM
CONTRAINDICAÇÕES
Altas doses podem causar problemas e ela pode, mesmo em doses recomendadas, potencializar outras substâncias com ação no Sistema Nervoso Central. Mal utilizada a Valeriana pode causar vômito, estupor, tremores, dor de cabeça, palpitação e depressão emocional, quando em altas doses e por muito tempo.

Formatação e pesquisa: HRubiales
Fontes:
Portaleducacao.com.br
Cantoverde.org

Um comentário:

  1. Olá, blogueiro(a)!
    Através do programa Saúde Não Tem Preço, agora os brasileiros passam a ter acesso gratuito aos medicamentos para controle da diabetes e hipertensão.
    Seja nosso parceiro e utilize seu espaço para divulgar esta novidade. Se tiver interesse em colocar algum material da campanha em seu blog, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br
    Para saber mais sobre a campanha, acesse: www.saudenaotempreco.com
    Você também pode nos seguir no Twitter: www.twitter.com/minsaude
    Obrigado,
    Ministério da Saúde

    ResponderExcluir