PLANTAS MEDICINAIS

As plantas consideradas medicinais, contém substâncias bio-ativas com propriedade terapêuticas, profilática e paliativa, conhecidas desde os tempos remotos. Essas plantas são utilizadas pela medicina atual, chamada fitoterápia e suas propriedades são estudadas nos laboratórios farmacêuticos, a fim de isolar as substâncias que lhe conferem propriedades curativas. Muitas destas plantas são venenosas ou tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito desejado. Toda a planta, mesmo alimentícia, pode ser potencialmente tóxica dependendo da dosagem.

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TEMÁTICA

As plantas medicinais são utilizadas pela medicina atual (fitoterapia). Entretanto, a planta “in natura” ou pré porcessada utilizada pela população sem recomendação médica é uma prática denominada “Medicina Popular” e obviamente tem seus riscos, como a dificuldade em se estabelecer dose, posologia e, em alguns casos, a verdadeira identidade de algumas espécies.

Desta forma, este espaço apresenta o uso das plantas medicinais como alternativa terapêutica e para tanto, deve ser acompanhada por um profissional da saúde.



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As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico, apenas informativa. Consulte sempre um profissional da saúde para qualquer tipo de informação.

29 de mai de 2014

ERVA-DOCE - Pimpinella anisum L.- Propriedade medicinal - 116






FAMILIA
Apiáceas (Umbelíferas)
NOME CIENTÍFICO
Pimpinella anisum L.
NOME POPULAR
Anis-verde, anis, Erva-Doce Erva Doce
PARTE USADA
Frutos (diaquénicos) e óleo essencial
Caule – xarope e licores
Raiz – (infusão) para efeitos diuréticos
Sementes – (infusão) alivia cólicas causadas por gases, combate diarréia e vômitos
Folhas – usadas como condimento e infusão
PRINCíPIO ATIVO
Anetol, proteínas, óleo fixo, açúcares e cumarinas.
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS 
Devido ao óleo essencial, tem ação digestiva, espamolítica, mucolítica, galactogênica. Externamente, atua como revulsivo e anti-séptico.
 DESCRIÇÃO BOTÂNICA 
 Planta herbácea vivaz ou bienal, com altura entre 1,3 a 2,0m de altura., de caule ereto, ramoso, cilíndrico, verde com estrias azuis, brilhante e compacto, pronunciadamente aromática, que produz uma roseta de folhas, alternas, verde-azulado-escuras, brilhantes, divididas e subdivididas em segmentos capiliformes muito estreitos. Pecíolos longos com bainhas envolventes. Inflorescência tipo umbela composta de 7 a 20 subumbelas menores. Erva Doce Flores hermafroditas, pentâmeras, amarelas. Fruto oblongo, inicialmente verde-azulado, de formato oval a oblongo, glabro, achatado de um lado e convexo no outro, composto de dois aquênios de 3 a 4mm de comprimento por 1 a 2mm de largura, com estrias longitudinais.

Esta planta atinge até 35 cm de altura. Suas folhas são verdes, sendo as inferiores orbiculadas, as médias penadas, e as superiores inteiras ou bipartidas. As flores apresentam-se em buquês brancos e produzem frutos ovóides, ligeiramente alongados.

ORIGEM
Considera-se uma espécie originária da zona mediterrânea oriental e da Ásia Ocidental. Cultivada na Europa Meridional, Índia e Rússia. 


CURIOSIDADES HISTÓRICAS 
Em 1500 ªC. já era usada em alimentos e bebidas, além de ser aproveitada por suas propriedades medicinais. Os romanos usavam a Erva-Doce no preparo de um bolo que era servido ao final dos banquetes. Na Antiguidade, esta erva era tão valiosa, que a Inglaterra pagava impostos sobre a sua importação.
INDICAÇÕES /MODO DE USAR
Usos Médicos
Dispepsias Hopossecretoras, flatulência, espasmos gastrintestinais sobretudo nos lactentes e crianças pequenas. Gripe e Tosse. Inflamações orofaríngeas. Micoses cutâneas como pitiríase, candidíase, pé de atleta e também na pediculose e escabiose (aplicações tópicas) Principais Indicações Como eupépico e carminativo. Coriza e sintomas gripais associados a tosse ou inflamações orofaríngeas e preventivo da infecção
Usos Aprovados
Problemas dispépicos (perda de apetite). Gripe, tosse, bronquite. Inflamação da boca e faringe. Contra Indicações
Alergias ao anis (Erva-Doce) e ao anetol. Hiperestrogenismo. Não usar o óleo essencial por via interna na gravidez ou no aleitamento. Crianças menores de seis anos e doentes com problemas intestinais ou doenças neurológicas.
Efeitos Secundários e Toxicidade
O óleo essencial em doses não terapêuticas pode produzir efeitos convulsivos e originar reações de hipersensibilidade cutânea. Recomenda-se aplicar teste de tolerância antes da aplicação por inalação, inalar por 15 segundos e esperar 30 minutos.
Formas de Administração
Uso Interno
Dose média diária, 3g de frutos ou 0,1g de óleo essencial sobre torrão de açucar, no final das refeições.
Infusão dos frutos: 0,5 a 2%, 2 a 3 xícaras por dia.
Tintura (1:10): 30 a 50 gotas, 1 a 3 vezes por dia.
Em inalações, usar 30 a 50 gotas de óleo essencial para 1 litro de água quente.
Uso externo
Óleo essencial diluído a 10% em óleo de amêndoas

CONTRA INDICAÇÕES.
Alergias ao anis (Erva-Doce) e ao anetol.
Hiperestrogenismo.
Não usar o óleo essencial por via interna na gravidez ou no aleitamento.
Crianças menores de seis anos e doentes com problemas intestinais ou doenças neurológicas.
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXIDADE
O óleo essencial em doses não terapêuticas pode produzir efeitos convulsivos e originar reações de hipersensibilidade cutânea. Recomenda-se aplicar teste de tolerância antes da aplicação por inalação, inalar por 15 segundos e esperar 30 minutos.
www.terracha.com.br
www.sensibilidadeesabor.com.br
 www.geocities.com
web.matrix.com.br
Formatação: Helio Rubiales


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